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Radiofrequência facial: versatilidade e segurança

A radiofrequência tornou-se um padrão de tratamento estético com muitas recomendações por conta de sua versatilidade, eficácia e segurança. A técnica consiste em provocar calor no tecido subcutâneo – o que estimula a produção de fibras, colágeno e elastina, tratando rugas e flacidez, melhorando muito o aspecto da cútis, que fica mais firme e rejuvenescida. A temperatura pode chegar a 42°C e o problema é tratado de forma localizada, não invasiva e uniformizada.

Esse procedimento pode ser feito tanto no rosto quanto no corpo, exceto na região da tireoide, no pescoço. Primeiro a pele precisa ser higienizada e, no caso do tratamento facial, é aplicado um gel para conduzir os aplicadores em movimentos circulares no rosto, fazendo os disparos locais de radiofrequência. Depois, retira-se o gel e tonifica a área tratada.

Entre as indicações mais comuns para a radiofrequência facial estão: melhora da flacidez, redução de rugas e tratamento de cicatriz de acne. Cada sessão dura entre 20 e 40 minutos e o número de sessões depende do objetivo desejado, da alteração apresentada e da resposta individual de cada paciente. No caso do rosto, revezam-se a cada duas ou três semanas.

Para manter os resultados, o processo deve ser repetido anualmente. A depender de fatores como idade, local de aplicação, grau de flacidez, número e manutenção de sessões, costumam ser rápidos e progressivos.

Como qualquer procedimento dermatológico, podem haver alguns efeitos colaterais como vermelhidão e um leve inchaço logo depois, além de alergia às substâncias utilizadas para a condução dos aplicadores. Mas geralmente são efeitos temporários. É importante, também por isso, que o paciente não esqueça de usar sempre protetor solar no local tratado para que o resultado seja o mais próximo possível do imaginado.

As principais contraindicações envolvem o uso de qualquer implante eletrônico, como marca-passo ou desfibrilador e até o anticoncepcional DIU, por exemplo. Quem faz uso contínuo de anticoagulantes e corticoides, possui histórico de doenças estimuladas pelo calor (herpes), desordem endócrina (diabetes) e HIV não pode se submeter a sessões de radiofrequência. Gestantes também estão proibidas de fazer o tratamento.

Somente um técnico especializado e treinado pode realizar este procedimento, sempre com supervisão médica. Converse com seu dermatologista e cirurgião plástico.

Fonte: Medical Site